
The Power é um jogo de plataformas/acção com ênfase na exploração, que como sabemos são características presentes em títulos Metroidvanianos. Não sei o nome do criador, mas o seu nick virtual é Alexitron.
O nosso protagonista é um caçador de tesouros e ao longo da sua vida conseguiu acumular uma grande fortuna das suas expedições espaciais. Contudo, a determinada altura ele depara-se com um planeta estranho que nunca tinha visto e a curiosidade leva a melhor. Infelizmente, não demorou muito até ser atacado e ser obrigado a livrar-se do seu tesouro para poder escapar ao seu atacante invisível.
Ao aterrar em segurança, o caçador de tesouros decidiu que é altura de explorar o planeta ao mesmo tempo que recupera o seu tesouro que está espalhado pelos quatro cantos do mundo
A primeira coisa que separa The Power do resto da manada são os seus gráficos de natureza minimalista. Alexitron provavelmente foi buscar inspiração ao velho clássico Lyle in Cube Sector, já que muitos aspectos são semelhantes.
No que respeita a upgrades, o jogo está recheado destes. Em praticamente todas as áreas iremos encontrar um upgrade mísseis ou de vida (que serão bem-vindos quando estivermos a aproximar-nos do fim da nossa missão) a flutuar num local que exige armamento mais sofisticado para obter os ditos cujos.
Bosses é algo que não faltam como numa boa cópia Metroidvaniana. Cada boss derrotado irá largar um item e/ou abrir uma nova área que não podíamos aceder anteriormente.
Coisas que não gostei: o fim anti-climático que não vou falar por razões óbvias e o bug ocasional em que ficamos presos quando usamos o arpão, forçando-nos a reiniciar a aplicação. E a ausência de música…
O jogo não é longo, mas após ter realizado uma breve investigação descobri Alexitron planeava The Power para ser um jogo muito simples devido à sua inexperiência com o Gamer Maker.
Mesmo assim, gostei bastante The Power e foi um dos poucos jogos onde que me deu prazer jogar. Até ao fim.
Recomendo.
