
A história é algo que já estamos habituados a ouvir. Um governador de um planeta longínquo (Zallagor) invade a Terra com todas as suas legiões, e o último raio de esperança para salvar o nosso adorado planeta reside no nosso herói intrépido, Destructivator.
A premissa de Destructivator é bastante simples: exterminar tudo o que se move no nível actual para podermos passar para o próximo para fazer o mesmo.
Este tributo ao estilo retro é viciante. Os gráficos são atraentes, os controlos responsivos e a satisfação de erradicar todos os inimigos no ecrã é motivo suficiente para prender a nossa atenção. Apesar de só existirem 20 níveis, garanto-vos que irão recomeçar o jogo muitas vezes até o acabarem.
A acção é mais rápida a que estamos habituados, por isso não se admirem se morrerem muito no início. Os inimigos são mais que muitos e todos têm um dedo leve no gatilho. Nos níveis mais avançados habituem-se a estar constantemente sob uma intensa chuva de balas.
Os vários tipos de inimigos que vamos ter que defrontar ao longo do jogo obrigarão o jogador a pensar e a adoptar estratégias. Enquanto nos primeiros níveis podemos armar-nos em rambos e saltar para cima da confusão e escapar (relativamente) ilesos, a maquinaria mais pesada que o inimigo trará mais tarde fará essa estratégia obsoleta e seremos forçados a ser mais cautelosos.
Em termos de itens, a única coisa que podemos apanhar ao longo do jogo são caixas de saúde. Cada jogo começa com 4 vidas, e para perdermos uma vida temos que ser atingidos 5 vezes. Para manter a natureza minimalista, os seus criadores optaram por não introduzir mais itens e armas, o que não é um problema, pois a arma que nos é dada é bastante eficaz no combate contra os exércitos de Zallagor.
